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Machão esfaqueia ex com 3 golpes, culpa as amizades dela e diz com deboche: “Traição foi o motivo”

Leandro Campos Cabral, de 25 anos, foi preso em flagrante após atingir Adrielly Souza com três golpes de faca; criminoso já tinha passagem pela Lei Maria da Penha e confessou o crime com tom de deboche
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"Dono da mulher": Homem esfaqueia ex-companheira no Terminal 3 e acaba surrado por populares em Manaus - Portal Remador
Foto: Reprodução
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📌 RESUMO DA NOTÍCIA (CLIQUE PARA VER)
O Crime: Tentativa de feminicídio ocorrida no Terminal de Integração 3 (T3), na Cidade Nova.
Vítima: Adrielly Souza do Nascimento, 28 anos, esfaqueada três vezes.
Autor: Leandro Campos Cabral, 25 anos, detido em flagrante.
Justiça Popular: Antes da chegada da polícia, o agressor foi contido e agredido por passageiros que presenciaram o ataque.
Histórico: O acusado já possui passagem pela polícia por Maria da Penha e desacato.

MANAUS (AM) — O Terminal de Integração 3 (T3), na zona Norte, virou palco de cenas de horror e fúria popular na tarde desta terça-feira (17). O que deveria ser apenas mais um dia de fluxo intenso de passageiros terminou com Adrielly Souza do Nascimento, de 28 anos, lutando pela vida após ser atingida por três facadas desferidas pelo seu ex-companheiro, Leandro Campos Cabral, de 25 anos. O agressor, que agiu movido por um sentimento de posse, foi impedido de terminar o crime por populares, que aplicaram um “carinho especial” (surra) no suspeito até a chegada da Polícia Militar.

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O que ninguém esperava era o tom de deboche e a frieza de Leandro no momento da prisão. Questionado sobre a motivação da barbárie, o agressor não demonstrou arrependimento. “Ela me traiu e ainda meteu minha filha no meio. A traição foi o motivo sim”, afirmou, agindo como se tivesse o direito de tirar a vida da ex-mulher por questões de comportamento ou amizades dela.

Segundo apurações do Portal Remador, Leandro não aceitava o fim do relacionamento e o fato de Adrielly estar reconstruindo sua vida social. Ele teria ido até o local de trabalho da vítima, em um shopping da zona Norte, e a seguido até o terminal. O criminoso justificou o ataque alegando que a ex-companheira teria amizade com mulheres que ele classificou como “safadas” e que estariam incentivando Adrielly a sair e conhecer outras pessoas.

A violência não é novidade no histórico de Leandro. Durante o interrogatório informal, ele confessou que já havia sido enquadrado na Lei Maria da Penha há cerca de um ano, após um episódio na Ponta Negra. “Eu só quebrei o celular dela porque estava bêbado, aí a Guarda Municipal interveio e me enquadraram por desacato e Maria da Penha”, relatou com desdém, minimizando a agressividade anterior.

Estado da Vítima e Procedimentos

Adrielly foi socorrida às pressas e encaminhada a uma unidade hospitalar da capital. O estado de saúde não foi detalhado, mas as facadas atingiram áreas sensíveis do corpo. Já Leandro, após receber o atendimento médico devido às agressões sofridas pela multidão revoltada, foi conduzido à Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM).

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O caso agora segue para o Judiciário, onde Leandro deve responder por tentativa de feminicídio. A brutalidade no T3 reforça a urgência de medidas mais rígidas contra agressores reincidentes, já que o criminoso estava solto mesmo após episódios anteriores de violência e controle contra a mesma vítima.

VEJA O VÍDEO:

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