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AO VIVO: CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Fábio Luís, o Lulinha, e termina em pancadaria

Filho do presidente Lula é alvo após ser citado em mensagens da Operação Sem Desconto; sessão foi interrompida por troca de socos após votação em bloco de 87 requerimentos.
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Foto: Reprodução
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BRASÍLIA (DF) – O clima de guerra tomou conta da 32ª reunião da CPMI do INSS nesta quinta-feira (26). Em uma decisão que sacudiu os alicerces do Palácio do Planalto, os parlamentares aprovaram a quebra dos sigilos bancário e fiscal do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O requerimento, de autoria do deputado Alfredo Gaspar (União/AL), aponta a necessidade de vasculhar as finanças de Fábio após citações diretas em investigações da Polícia Federal.

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Lulinha surge no radar da Operação Sem Desconto que investiga fraudes bilionárias contra aposentados após mensagens extraídas do celular de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Nos textos, há menções ao repasse de R$ 300 mil para “o filho do rapaz”, termo que a PF associa ao empresário.

“A quebra de sigilo e o acesso ao Relatório de Inteligência Financeira (RIF) tornam-se imperativos técnicos. Precisamos seguir o rastro do dinheiro”, disparou Alfredo Gaspar ao justificar a medida.

Pancadaria e Tumulto no Plenário

A aprovação do requerimento de Lulinha não veio sozinha. Em uma manobra estratégica, o colegiado votou em bloco 87 requerimentos, incluindo a quebra de sigilo do Banco Master e convocações de figuras como o ex-deputado André Moura e o ex-executivo Augusto Ferreira Lima.

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Assim que o resultado foi proclamado, o Parlamento virou ringue. O que começou com discussões acaloradas escalou rapidamente para empurra-empurra e troca de socos entre parlamentares da base e da oposição. O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos/MG), foi obrigado a interromper a sessão diante do caos generalizado.

O Outro Lado

Em nota, a defesa de Fábio Luís classificou a investigação como baseada em “conjecturas inverificáveis”. O advogado Guilherme Suguimori Santos afirmou que o cliente não tem relação com fraudes e já requereu acesso aos autos ao STF. “Trabalhamos com fatos e provas, não com campanhas midiáticas”, afirmou a defesa.

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