MUNDO – O planeta assiste, neste domingo (1º de março de 2026), ao que analistas já classificam como o evento geopolítico mais explosivo da década. O presidente Donald Trump confirmou que operações de “toda a força” conduzidas pelos EUA e Israel resultaram na eliminação do Líder Supremo do Irã e de outros 47 altos oficiais do regime persa. A ofensiva, descrita por Trump como “antecipada e necessária”, visa destruir o programa nuclear iraniano e seus recursos navais.
A resposta iraniana e de seus aliados foi imediata e violenta. O Hezbollah entrou oficialmente no conflito, disparando foguetes contra Haifa, enquanto drones Shahed atingiram bases britânicas no Chipre. No Irã, o cenário é de devastação: a mídia estatal relata que um ataque a uma escola em Minab deixou 148 mortos, no incidente mais letal da campanha até agora.
Impacto Econômico: O “Choque do Petróleo” de 2026
O mercado financeiro reagiu com pânico. Os preços do petróleo bruto saltaram entre 12% e 14% em poucas horas. A principal preocupação é o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do suprimento mundial de óleo.
Gasolina: Nos EUA, o galão deve ultrapassar os US$ 3,00. No Brasil, o reflexo na política de preços da Petrobras deve ser sentido já na próxima semana.
Ações: Os futuros de Wall Street desabaram, enquanto o Ouro e o Gás Natural atingiram picos históricos de valorização devido à busca por ativos de segurança.
Cenário de Crise e Retaliação
Trump confirmou a morte de três militares americanos e alertou que “mais baixas são prováveis”. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) classificou como “mentira” a alegação iraniana de que apenas alvos militares foram atingidos, afirmando que Teerã lançou mísseis contra aeroportos, portos e áreas residenciais em Dubai, Kuwait e Catar. Até data centers da Amazon (AWS) nos Emirados Árabes foram atingidos por drones retaliatórios.
Reação Internacional e Interna
França: O porta-aviões nuclear Charles de Gaulle foi deslocado para o Mediterrâneo Oriental para reforçar o flanco sul da OTAN.
Reino Unido: O premiê Keir Starmer autorizou o uso de bases britânicas para os ataques dos EUA.
EUA: O Congresso terá briefings confidenciais na terça-feira com Marco Rubio e Pete Hegseth. Uma pesquisa Reuters/Ipsos aponta que apenas 27% dos americanos aprovam a ofensiva, com receio de que Trump esteja “muito disposto” a usar a força militar.
CONTEÚDO ESTRATÉGICO REMADOR
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