A Polícia Civil do Amazonas, por meio do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), deflagrou nesta sexta-feira (20 de fevereiro) a Operação Erga Omnes. A ação desarticulou uma organização criminosa de alta periculosidade envolvida em tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção e violação de sigilo funcional.
- A Polícia Civil do Amazonas, por meio do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), deflagrou nesta sexta-feira (20 de fevereiro) a Operação Erga Omnes.
- A ação desarticulou uma organização criminosa de alta periculosidade envolvida em tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção e violação de sigilo funcional.
- Entre os presos confirmados está Anabela Cardoso Freitas, servidora de carreira da Polícia Civil no cargo de investigadora e advogada (OAB/AM nº 5.094).
Entre os presos confirmados está Anabela Cardoso Freitas, servidora de carreira da Polícia Civil no cargo de investigadora e advogada (OAB/AM nº 5.094). Ela foi alvo da operação que investiga o uso de cargos públicos para favorecer o crime organizado.
Conexão Interestadual e Logística Pesada
A investigação revelou que o grupo possuía ramificações nos estados do Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Piauí. O esquema era monitorado desde uma apreensão anterior, onde foram encontrados:
- Mais de 500 tabletes de maconha skunk;
- Sete fuzis de uso restrito;
- Embarcações e veículos utilitários para transporte fluvial e terrestre.
Empresas de Fachada e Sigilo Violado
Segundo a Polícia Civil, o bando utilizava empresas de transporte e locação registradas formalmente, mas que existiam apenas no papel para ocultar valores ilícitos. Relatórios de inteligência financeira detectaram movimentações bancárias atípicas e incompatíveis com a renda declarada dos envolvidos.
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Um dos pontos mais sensíveis da investigação aponta para a violação de sigilo funcional. Há indícios de que informações sigilosas eram extraídas indevidamente de procedimentos criminais para antecipar ações policiais e proteger os líderes da facção.
Mapeamento pelos Celulares
Com autorização da Justiça, a extração de dados de aparelhos celulares foi peça-chave para mapear a cadeia de comando e os financiadores do esquema. O Judiciário determinou medidas severas, incluindo:
- Prisões preventivas;
- Busca e apreensão em diversos endereços;
- Quebra de sigilos bancário e fiscal;
- Bloqueio e sequestro de bens e valores.
Até o momento, quatro pessoas foram presas e conduzidas à unidade policial. A operação segue em andamento para identificar outros colaboradores que integravam o núcleo de apoio logístico da organização.
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