FOXBOROUGH (EUA) — A lógica prevaleceu no Gillette Stadium. Em um confronto entre uma França pronta para o Mundial e um Brasil ainda em busca de identidade sob o comando de Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira saiu derrotada por 2 a 1 nesta quinta-feira (26). Apesar do apoio maciço da torcida nos Estados Unidos, o Brasil esbarrou na eficiência de Kylian Mbappé, que marcou seu primeiro gol na história contra a Canarinho, e na organização tática superior dos atuais vice-campeões do mundo.
O que ninguém esperava era que, mesmo com um jogador a mais desde o início da etapa final após a expulsão de Upamecano, o Brasil sofreria o segundo gol em um contra-ataque letal. A pobreza ofensiva e os erros individuais, como o deserto de ideias no meio-campo e a falha de Casemiro no primeiro gol, custaram caro no teste mais difícil da era Ancelotti até aqui.
O jogo começou com o Brasil tentando explorar a velocidade de Martinelli e Raphinha, mas a falta de entrosamento era evidente. Aos 31 minutos do primeiro tempo, após erro de Casemiro, Dembélé serviu Mbappé. O astro do Real Madrid ganhou na corrida de Bremer e Léo Pereira e, com uma “cavada” magistral, encobriu Ederson. Foi o balde de água fria em uma Seleção que vestia o novo uniforme azul da Jordan.
Segundo informações apuradas pelo Portal Remador, a CBF já trabalha nos bastidores para selar a renovação de Ancelotti até 2030, focando em um projeto de longo prazo, independentemente dos tropeços imediatos neste ciclo tumultuado por lesões e trocas de comando.
“Foi pobre ofensivamente e apresentou repertório limitado no ataque. A França, com técnico há 14 anos, mostrou o que é entrosamento”, analisou a crônica esportiva presente no estádio.
No intervalo, Ancelotti promoveu a entrada de Luiz Henrique no lugar de Raphinha, que sentiu dores na coxa. O ex-Botafogo mudou a cara do jogo, partindo para cima da marcação e forçando a expulsão de Upamecano. Porém, aos 19 minutos, em nova falha defensiva, Ekitiké ampliou para a França, repetindo a pintura de cobertura sobre Ederson.
O Brasil ainda esboçou uma reação com o zagueiro Bremer, que apareceu como centroavante para completar chute cruzado de Luiz Henrique aos 32 minutos. A pressão final, embalada por gritos de “Neymar” vindos da arquibancada, não foi suficiente para furar o bloqueio de Didier Deschamps.
CONTEÚDO ESTRATÉGICO REMADOR
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