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Aniversário do Crime: Foguetório sincronizado do Comando Vermelho sitia Manaus e PM prende suspeitos

Exatamente um ano após tragédia com morte e 100 prisões, facção desafia o Estado com explosões em todas as zonas da capital.
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Aniversário do Crime: Foguetório sincronizado do Comando Vermelho sitia Manaus e PM prende suspeitos
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MANAUS (AM) — O medo voltou a iluminar o céu da capital amazonense com uma precisão cirúrgica e assustadora. Na noite desta terça-feira (10), por volta das 19h, moradores de todas as zonas de Manaus foram surpreendidos por um foguetório simultâneo que durou cerca de dez minutos. A ação, coordenada pela facção criminosa Comando Vermelho (CV), marca o aniversário do grupo no estado. O episódio ocorre exatamente um ano após uma celebração similar que terminou em banho de sangue e na prisão de mais de cem pessoas, provando que o crime organizado mantém sua logística intacta.

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O “aniversário da facção” é uma data de demonstração de soberania territorial. Em 10 de fevereiro de 2025, Manaus viveu um caos semelhante que terminou com uma operação policial de grande escala. Este ano, a cena se repetiu: moradores registraram, das lajes de suas casas, múltiplos focos de disparos a poucas quadras de distância uns dos outros. A ação evidencia uma falha crítica no setor de inteligência da SSP-AM, que não conseguiu interceptar a distribuição dos artefatos pirotécnicos nas comunidades.

O que ninguém esperava era que, após o trauma do ano passado, a facção tivesse audácia para repetir o protocolo com tamanha abrangência. Enquanto as redes sociais eram inundadas por vídeos das explosões, a Polícia Militar iniciou uma caça aos responsáveis. Dois suspeitos foram interceptados e levados para a delegacia, mas a cúpula do grupo, que coordena os ataques via aplicativos de mensagem, permanece nas sombras.

A segurança pública agora trabalha sob alerta máximo. O temor é que o foguetório seja apenas o prelúdio de uma noite de ataques ou confrontos entre grupos rivais. O Portal Remador segue acompanhando o movimento nas delegacias e as atualizações da Polícia Civil sobre os detidos.

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