A vida de Leuzi Rodrigues começa antes mesmo de o sol atingir o horizonte em Manaus. Numa rotina que exige precisão cirúrgica, a diretora-presidente do Grupo RMD do qual o Portal Remador faz parte equilibra o peso de liderar um dos veículos que mais cresce no estado com o compromisso inegociável com a sua família. Focada, versátil e profundamente ética, Leuzi é a personificação da mulher empreendedora que entende que a informação de qualidade é o único antídoto contra a desinformação.
Por trás de cada “furo” e de cada análise publicada, existe o seu olhar atento. Para Leuzi, o jornalismo não é apenas um negócio, mas uma missão social. Numa rotina dividida entre o trabalho incessante e o cuidado com as suas duas filhas e os seus animais de estimação (é assumidamente uma “mãe de pet”), ela trilha um caminho de coragem que desafia as estatísticas de um setor historicamente hostil ao protagonismo feminino.
Muito além de informar, Leuzi Rodrigues transformou o Portal Remador em um verdadeiro escudo para as mulheres amazonenses. Diariamente, o portal recebe dezenas de denúncias envolvendo casos de violência doméstica, negligência institucional e injustiças sociais. Sob a liderança de Leuzi, o Remador não apenas publica o fato, mas acompanha o desfecho.
PALAVRA DA PRESIDENTE
“Para cada mulher que hoje enfrenta uma circunstância difícil, o meu recado é um só: não se calem. O silêncio é o aliado da injustiça, mas a sua voz é a ferramenta mais poderosa para a sua libertação. Nunca deixem de buscar os seus sonhos, por mais distantes que eles pareçam. Ser mulher é ter a força de uma leoa para proteger os seus e a coragem de uma guerreira para conquistar o mundo. O Remador nasceu dessa coragem, e estamos aqui para garantir que nenhuma de vocês precise caminhar sozinha.” — Leuzi Rodrigues
Graças à visibilidade e à pressão ética exercida pelo portal, inúmeros casos foram resolvidos, desde a agilização de medidas protetivas até a prisão de agressores e a reparação de danos em serviços públicos. O Remador tornou-se um canal de confiança onde as mulheres sabem que não serão apenas “mais um número”, mas terão sua voz amplificada por quem entende a dor e a luta feminina na pele.
Celebrar a trajetória de Leuzi Rodrigues neste 8 de março é também refletir sobre os dados alarmantes da profissão. De acordo com o Reuters Institute, no Brasil, as mulheres ocupam apenas 13% dos cargos de liderança nos meios de comunicação. Além disso, pesquisas revelam que mais de 80% das jornalistas já sofreram violência psicológica nas redações.
Leuzi propõe o caminho inverso. Defensora ferrenha da Lei de Imprensa (n. 5.250/1967), ela prega que a liberdade de manifestação deve vir acompanhada de responsabilidade. “A sociedade precisa que profissionais detentores de conhecimento se manifestem”, afirma, reforçando que a relação entre fonte e jornalista deve ser pautada pela ética e não pelo entretenimento puro.



