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Home Segurança Mãe de criança estuprada e morta, por morador de Jutaí, irá a julgamento nesta segunda-feira
Segurança

Mãe de criança estuprada e morta, por morador de Jutaí, irá a julgamento nesta segunda-feira

Advogado Vilson Benayon (Divulgação/Assessoria)
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📍 RESUMÃO DO REMADOR
  • Na época o caso gerou grande comoção pública e segue despertando atenção da opinião pública.
  • A audiência é mais um passo no processo judicial que busca esclarecer as circunstâncias da morte da criança.
  • "Esse processo é vergonhoso do ponto de vista moral.

MANAUS (AM) – Vitória Assis Nogueira, mãe da pequena Lailla Vitória, uma menina de um ano e sete meses estuprada e morta pelo suspeito Gregório Patrício da Silva, na cidade de Jutaí, no interior do Amazonas, deve comparecer na Comarca deste município, na nesta segunda-feira, 7/7, quando inicia o julgamento dela e de mais 15 pessoas pela morte do homem.

Na época o caso gerou grande comoção pública e segue despertando atenção da opinião pública. A audiência é mais um passo no processo judicial que busca esclarecer as circunstâncias da morte da criança.

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“Esse processo é vergonhoso do ponto de vista moral. Um estranho estuprou e matou uma criança inocente. Até hoje a mãe da vítima está presa de forma preventiva, covarde e vil. Ela em momento algum incentivou a população a invadir a delegacia e matar. Eu fico pensando na dor dessa mãe, de perder sua filha para um marginal”, destacou Vilson Benayon, advogado da mãe.

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De acordo com a defesa a mulher está presa há oito meses no complexo prisional feminino de Manaus. “Ela está sofrendo uma penalidade dupla, além de perder sua filha que foi covardemente estuprada e morta, ainda foi presa acusada injustamente de ter invadido a delegacia e matado o autor do crime contra sua bebê”, afirmou Benayon.

Relembre o caso
No dia 19 de setembro do ano passado, nas instalações e imediações da 56ª Delegacia Interativa de Polícia Civil de Jutaí, 16 pessoas, de acordo com o Ministério Público do Amazonas, teriam matado Gregório Patrício da Silva, após a morte da criança. Os réus serão julgados por homicídio qualificado.

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