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1º TURNO: FALTAM 26 DIAS

Família cobra respostas após morte repentina de criança no Hospital da Criança da Compensa

Ágatha Luna Rodrigues do Nascimento deu entrada na unidade na madrugada de sábado (5) após sentir fortes dores abdominais; pais contestam justificativa de parada cardíaca e denunciam falta de esclarecimentos da rede pública.
Por Weliton Nunez | jornalista | MTB 1697/AM
Publicado: 07/09/2026 11:56 Atualizado: 07/09/2026 11:56
Família cobra respostas após morte repentina de criança no Hospital da Criança da Compensa
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MANAUS (AM) — Um cenário de profunda dor e revolta tomou conta dos familiares da pequena Ágatha Luna Rodrigues do Nascimento, de apenas 1 ano e 11 meses. No último sábado (06/09), os pais carregavam o esquife rumo ao Instituto Médico Legal (IML) após perderem a filha de forma repentina e misteriosa dentro do Hospital e Pronto-Socorro da Criança, localizado na Avenida Brasil, no bairro Compensa, zona Oeste de Manaus. A família agora clama por justiça e busca respostas sobre o que realmente aconteceu nas dependências da unidade de saúde.

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O calvário da criança começou no dia anterior, quando passou a apresentar fortes dores abdominais. Diante do sofrimento, foi levada inicialmente ao Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Joventina Dias, onde recebeu medicação inicial e foi transferida com urgência para o Hospital da Criança. Segundo o pai, Jonathan que foi o último a vê-la com vida na sala de reanimação , Ágatha chegou à unidade hospitalar na madrugada de sábado (05/09) consciente, interativa e sem demonstrar qualquer sinal de gravidade iminente.

De acordo com o relato desesperado da família, a promessa da equipe médica era de que a menina seria encaminhada apenas para observação clínica. No entanto, assim que foi recebida na unidade da Compensa, Ágatha foi imediatamente intubada e submetida a intervenções médicas. Horas depois, já ao amanhecer, os pais receberam a trágica notícia de que a bebê havia evoluído para óbito sob a justificativa de uma parada cardiorrespiratória — versão contestada veementemente pelos familiares, que estranham a deterioração rápida do quadro clínico.

Histórico de dor e silêncio oficial

A revolta dos pais é alimentada pela falta de transparência e de respostas claras por parte da equipe médica sobre os procedimentos, exames e medicações ministradas à criança durante o curto período em que esteve internada. A comunidade e os familiares exigem uma investigação rigorosa para apurar se houve negligência ou imperícia no atendimento prestado na rede pública de saúde.

Até o momento da publicação desta reportagem, nem a direção do Hospital da Criança da Compensa nem a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) se pronunciaram oficialmente ou emitiram notas esclarecendo as circunstâncias da morte da menina Ágatha Luna. O Portal Remador segue acompanhando o caso de perto e o espaço permanece totalmente aberto para manifestações dos órgãos competentes.

Foto de Weliton Nunez | jornalista | MTB 1697/AM
Redação Remador

Weliton Nunez | jornalista | MTB 1697/AM

Weliton Nunez é jornalista profissional (MTB 1697/AM) com ampla experiência na cobertura política, econômica e cotidiana do Amazonas. Fundador do Portal Remador, dedica-se a levar informação precisa sobre Manaus e os municípios do interior, com foco em transparência e interesse público. Especialista em análise política regional e cobertura das Eleições 2026.