MANAUS (AM) — A conselheira-presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), Yara Amazônia Lins, abriu a semana com um recado claro aos setores técnicos da Corte: o tempo da morosidade acabou. Nesta segunda-feira (2), a magistrada deu início a uma maratona de alinhamento com foco na celeridade processual, começando pela poderosa Secretaria de Controle Externo (Secex). O objetivo é garantir que o tribunal não apenas tramite, mas conclua os processos com resultados reais para o cidadão amazonense.
RESUMO DO REMADOR +
- MANAUS (AM) — A conselheira-presidente do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), Yara Amazônia Lins, abriu a semana com um recado claro aos setores técnicos da Corte: o tempo da morosidade acabou.
- Nesta segunda-feira (2), a magistrada deu início a uma maratona de alinhamento com foco na celeridade processual, começando pela poderosa Secretaria de Controle Externo (Secex).
- O objetivo é garantir que o tribunal não apenas tramite, mas conclua os processos com resultados reais para o cidadão amazonense.
O que ninguém esperava era o tom incisivo sobre a prescrição processual — quando o tempo para julgar se esgota e o Estado perde o poder de punir. Yara Lins foi taxativa ao afirmar que o tribunal não pode conviver com essa possibilidade como algo aceitável dentro de um planejamento de gestão moderno.
“A prescrição deve ser tratada como exceção absoluta, e não como possibilidade aceitável. O foco deve ser na finalização dos processos e na entrega de valor público”, destacou a conselheira-presidente.
Com uma trajetória forjada dentro do próprio Tribunal, a presidente ressaltou que a valorização do corpo técnico é a chave para o sucesso dessa nova dinâmica. Os encontros devem continuar ao longo das próximas semanas, atingindo todos os setores administrativos e jurídicos da casa. A meta é clara: transformar o diálogo interno em eficiência na ponta para a sociedade.
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