MANAUS (AM) – A noite desta sexta-feira (6) foi marcada pela violência brutal no km 35 da rodovia AM-010. O professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Davi Said Aidar, de 62 anos, foi assassinado a tiros dentro de seu estabelecimento comercial, localizado no Ramal Água Branca, bairro Lago Azul. O crime, ocorrido por volta das 23h, deixou moradores e colegas de profissão em estado de choque.
RESUMO DO REMADOR +
- MANAUS (AM) – A noite desta sexta-feira (6) foi marcada pela violência brutal no km 35 da rodovia AM-010.
- O professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Davi Said Aidar, de 62 anos, foi assassinado a tiros dentro de seu estabelecimento comercial, localizado no Ramal Água Branca, bairro Lago Azul.
- O crime, ocorrido por volta das 23h, deixou moradores e colegas de profissão em estado de choque.
De acordo com informações registradas pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o docente estava trabalhando em seu comércio quando foi atacado. Criminosos, ainda não identificados, efetuaram diversos disparos contra a vítima e fugiram em seguida, sem deixar pistas imediatas sobre a motivação do ato.
INVESTIGAÇÃO EM CURSO
Agentes da Polícia Civil e peritos criminais estiveram no local ainda durante a madrugada para coletar evidências e depoimentos de testemunhas. Até o fechamento desta matéria, a polícia trabalha com duas frentes principais: a hipótese de execução, pela dinâmica dos disparos, ou latrocínio (roubo seguido de morte), embora não tenha sido confirmado o que foi levado do local.
O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos de praxe. Davi era professor associado da Ufam, com vasta contribuição científica para o Amazonas, o que gerou uma onda de consternação imediata nos grupos de pesquisa e redes sociais da instituição.
LUTO NA ACADEMIA
Colegas e alunos descrevem Davi como um profissional dedicado e entusiasta da pesquisa de campo. A Ufam deve emitir uma nota oficial de pesar nas próximas horas. No Ramal Água Branca, o clima é de medo e insegurança, com moradores cobrando maior policiamento na área rural da rodovia.
