PARINTINS (AM) – O Boi-Bumbá Caprichoso recebeu, neste sábado (7), uma visita estratégica para o fortalecimento das políticas públicas no festival. O coordenador do Escritório do Ministério da Cultura (MinC) no Amazonas, Ruan Octávio, cumpriu agenda institucional no Curral Zeca Xibelão para conhecer de perto o complexo processo de produção artística e social do bumbá.
RESUMO DO REMADOR +
- PARINTINS (AM) – O Boi-Bumbá Caprichoso recebeu, neste sábado (7), uma visita estratégica para o fortalecimento das políticas públicas no festival.
- O coordenador do Escritório do Ministério da Cultura (MinC) no Amazonas, Ruan Octávio, cumpriu agenda institucional no Curral Zeca Xibelão para conhecer de perto o complexo processo de produção artística e social do bumbá.
- Durante a visita, o coordenador acompanhou o funcionamento da Escolinha de Arte do Caprichoso, onde crianças e jovens mantêm viva a tradição ancestral.
Durante a visita, o coordenador acompanhou o funcionamento da Escolinha de Arte do Caprichoso, onde crianças e jovens mantêm viva a tradição ancestral. Impressionado com a organização, Ruan Octávio não poupou elogios à cidade e à agremiação.

“Tenho dito em eventos nacionais que Parintins é a capital brasileira da cultura. Ver o Caprichoso articulado com uma escolinha e mantendo essa tradição é revigorante. Sabemos que a tradição ancestral artística de Parintins está preservada”, afirmou o representante do MinC.
FOMENTO E RECONHECIMENTO Para o presidente do Conselho de Arte do Caprichoso, Ericky Nakanome, a presença do Ministério da Cultura vai além do protocolo; é um reconhecimento da dependência vital que os bois possuem de leis de incentivo, como a Lei Rouanet.
“O Caprichoso depende dessas leis que fomentam e injetam recursos no Festival, tanto no aspecto de arena quanto no social. Recebemos com gratidão quem ajuda a fortalecer a festa e as ações sociais do bumbá durante o ano todo”, ressaltou Nakanome.
O encontro marca a manutenção do diálogo entre o Governo Federal e as agremiações folclóricas, evidenciando que a potência do Festival de Parintins reside, sobretudo, na sua capacidade de formação cultural contínua.
