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Corpos encontrados na Penha podem elevar para 130 o número de mortos após megaoperação no Rio de Janeiro

Cerca de 60 corpos foram localizados por moradores em uma área de mata no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, após a Operação Contenção, realizada pelas forças de segurança na última terça-feira (28). Segundo relatos da comunidade, os corpos foram reunidos na Praça São Lucas, no centro da favela, e não fazem parte da […]
Por Redação do Portal Remador
Publicado em: 29/10/2025 às 11:02
Corpos encontrados na Penha podem elevar para 130 o número de mortos após megaoperação no Rio de Janeiro
Dezenas de corpos foram trazidos por moradores para a Praça São Lucas, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, após ação policial da Operação Contenção. Foto: Eusébio Gomes/TV Brasil
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Cerca de 60 corpos foram localizados por moradores em uma área de mata no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, após a Operação Contenção, realizada pelas forças de segurança na última terça-feira (28). Segundo relatos da comunidade, os corpos foram reunidos na Praça São Lucas, no centro da favela, e não fazem parte da contagem oficial de 64 mortos divulgada pelo governo estadual — sendo 60 suspeitos e 4 policiais.

RESUMO DO REMADOR +
  • Cerca de 60 corpos foram localizados por moradores em uma área de mata no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, após a Operação Contenção, realizada pelas forças de segurança na última terça-feira (28).
  • Segundo relatos da comunidade, os corpos foram reunidos na Praça São Lucas, no centro da favela, e não fazem parte da contagem oficial de 64 mortos divulgada pelo governo estadual — sendo 60 suspeitos e 4 policiais.
  • O ativista Raul Santiago, morador do complexo, fez uma transmissão ao vivo denunciando o que chamou de “chacina que entra para a história do Brasil”, criticando a violência e a ausência de respostas das autoridades.

O ativista Raul Santiago, morador do complexo, fez uma transmissão ao vivo denunciando o que chamou de “chacina que entra para a história do Brasil”, criticando a violência e a ausência de respostas das autoridades. A pedido das famílias, os corpos foram expostos para registro da imprensa e aguardam retirada pelo Instituto Médico-Legal (IML).

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Durante a madrugada, outros seis corpos foram encontrados em área de mata no Complexo do Alemão e levados ao Hospital Getúlio Vargas. Se confirmados fora da contagem inicial, o número de mortos pode ultrapassar 120, tornando-se a operação mais letal da história do Rio de Janeiro.

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A operação, classificada pelo governo estadual como “a maior já realizada no Rio”, gerou pânico entre moradores e bloqueou vias importantes da cidade. Especialistas em segurança pública criticaram a ação, chamando-a de “lambança político-operacional”, enquanto movimentos sociais afirmaram que “segurança não se faz com sangue”.

O governador Cláudio Castro defendeu a operação e cobrou apoio do governo federal. Já o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que não recebeu nenhum pedido de suporte por parte do estado.

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