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Home Segurança Capitão da PM se entrega após ser acusado de chefiar organização criminosa no Amazonas

Capitão da PM se entrega após ser acusado de chefiar organização criminosa no Amazonas

O capitão Francisco Bruno Almeida Furtado, ex-comandante da Companhia de Policiamento Militar em Boca do Acre, entregou-se à Polícia Civil nesta sexta-feira (15) após ser alvo da operação “Joeira”, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas (MP-AM). Ele estava foragido desde a deflagração da operação, […]
Por Weliton Nunez | jornalista | MTB 1697/AM | Jornalista | MTB 1697/AM
Publicado em 16/11/2024 às 10:14 Atualizado em: 12/04/2025 ÀS 11:46
Capitão da PM se entrega após ser acusado de chefiar organização criminosa no Amazonas
Foto: Reprodução redes sociais
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O capitão Francisco Bruno Almeida Furtado, ex-comandante da Companhia de Policiamento Militar em Boca do Acre, entregou-se à Polícia Civil nesta sexta-feira (15) após ser alvo da operação “Joeira”, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas (MP-AM). Ele estava foragido desde a deflagração da operação, que investiga uma associação criminosa envolvendo policiais militares, um policial civil e civis na região.

RESUMO DO REMADOR +
  • Ele estava foragido desde a deflagração da operação, que investiga uma associação criminosa envolvendo policiais militares, um policial civil e civis na região.
  • O grupo é acusado de praticar crimes como associação criminosa, furto qualificado, falsidade ideológica, peculato e corrupção passiva.
  • Segundo o MP-AM, os envolvidos usavam suas funções públicas para obter vantagens ilícitas, incluindo desvio de recursos públicos e o esquema de “rachadinhas”.

O grupo é acusado de praticar crimes como associação criminosa, furto qualificado, falsidade ideológica, peculato e corrupção passiva. Segundo o MP-AM, os envolvidos usavam suas funções públicas para obter vantagens ilícitas, incluindo desvio de recursos públicos e o esquema de “rachadinhas”.

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As investigações resultaram na apreensão de mais de R$ 30 mil em espécie, bens de luxo localizados em um condomínio de alto padrão em Manaus e materiais com características de substâncias entorpecentes. Além disso, foram adotadas medidas assecuratórias de mais de R$ 1 milhão para reparação dos danos causados, incluindo prejuízos ao Estado do Amazonas.

A operação “Joeira” revelou a gravidade das acusações, que abalaram a credibilidade das instituições de segurança na região. O MP-AM destacou que as investigações continuam, com o objetivo de responsabilizar os envolvidos e garantir que os prejuízos à sociedade sejam compensados.

Francisco Bruno ficará à disposição da Justiça em Humaitá. O caso reforça o compromisso das autoridades no combate à corrupção e na preservação da integridade das instituições públicas.

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