MANAUS (AM) — O sangue manchou o convés do ferryboat Esmeralda na manhã desta quarta-feira (4). O tripulante Claudenei Barbosa foi brutalmente assassinado a golpes de faca por um colega de farda, identificado como Janderson Moraes, dentro da embarcação atracada no Porto do Roadway, Centro de Manaus. O crime, ocorrido em uma das áreas mais movimentadas da capital, transformou o destino de Tabatinga em uma cena de horror investigada pela Polícia Civil.
RESUMO DO REMADOR +
- MANAUS (AM) — O sangue manchou o convés do ferryboat Esmeralda na manhã desta quarta-feira (4).
- O tripulante Claudenei Barbosa foi brutalmente assassinado a golpes de faca por um colega de farda, identificado como Janderson Moraes, dentro da embarcação atracada no Porto do Roadway, Centro de Manaus.
- O crime, ocorrido em uma das áreas mais movimentadas da capital, transformou o destino de Tabatinga em uma cena de horror investigada pela Polícia Civil.
Entenda o Caso
A madrugada de bebedeira entre amigos terminou em morte. Segundo fontes da DEHS, Claudenei e Janderson saíram juntos para beber na região central. No retorno ao ferryboat, uma discussão ríspida foi contida por outros funcionários. O que ninguém esperava é que a trégua fosse apenas um disfarce para a covardia. Claudenei deitou-se em sua rede para descansar e, sem qualquer chance de defesa, foi golpeado diversas vezes pelo agressor.
“A vítima estava vulnerável, descansando, quando foi surpreendida. O ataque foi direto e fatal”, confirmou um dos investigadores que isolou a área para a perícia.
Caçada ao Suspeito
O corpo foi removido pelo IML após uma perícia minuciosa que encontrou a arma do crime ainda no local. Enquanto os peritos contavam as perfurações, agentes da Polícia Militar faziam buscas no entorno do Porto do Roadway, mas Janderson Moraes já havia desaparecido em meio ao fluxo do comércio popular do Centro. A embarcação teve sua autorização de saída suspensa, deixando dezenas de passageiros e cargas retidos até o desfecho dos procedimentos legais.
A polícia agora trabalha com imagens do sistema de monitoramento do porto para traçar a rota de fuga do assassino. O caso é tratado como homicídio qualificado por motivo fútil e traição, já que a vítima não pôde esboçar reação.
