Ao justificar a transferência, Moraes apresentou um retrato minucioso das condições de custódia oferecidas a Bolsonaro, destacando o abismo entre seu tratamento e a realidade dos mais de 380 mil presos em regime fechado no Brasil.
Segundo o STF, o ex-presidente teve acesso a sala individual, alimentação diferenciada, acompanhamento médico constante e espaço físico acima do padrão legal. Para o ministro, a exposição desses dados visa dar transparência ao processo e neutralizar versões que tentam transformar privilégios em supostas violações de direitos.
