- O caso da técnica de enfermagem Amanda, acusada de tirar a vida de um paciente dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ganha novos desdobramentos que chocam a opinião pública.
- Por trás da gravidade do crime, perfis nas redes sociais revelam uma imagem pública que em nada remete à violência ocorrida no ambiente hospitalar.
- Fé e Maternidade como FachadaEm suas plataformas digitais, Amanda mantinha uma postura dedicada à família e à religião.
O caso da técnica de enfermagem Amanda, acusada de tirar a vida de um paciente dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), ganha novos desdobramentos que chocam a opinião pública. Por trás da gravidade do crime, perfis nas redes sociais revelam uma imagem pública que em nada remete à violência ocorrida no ambiente hospitalar.
Fé e Maternidade como Fachada
Em suas plataformas digitais, Amanda mantinha uma postura dedicada à família e à religião. Era comum a publicação de fotos e vídeos carinhosos ao lado da filha pequena, intercalados com o compartilhamento de músicas gospel e pregações de líderes religiosos. Para quem a seguia, a imagem era de uma mulher guiada por valores cristãos e pelo amor materno.
A revelação do crime causou um impacto ainda maior devido ao forte contraste: enquanto nas redes ela pregava a preservação da vida e a fé, no exercício da profissão é acusada de violar o princípio mais sagrado da enfermagem dentro de um setor onde a vigilância deveria ser absoluta.
Questionamentos sobre a Atuação Profissional
Além da vida pessoal, Amanda afirmava em seus perfis atuar como intensivista e instrumentadora cirúrgica. Ambas as funções exigem especialização rigorosa e alta responsabilidade técnica.
Essa exposição levantou um alerta vermelho sobre a fiscalização dentro das unidades de saúde. Autoridades e conselhos de classe agora apuram:
- A real qualificação técnica da acusada;
- Como os protocolos de segurança da UTI falharam;
- A responsabilidade da instituição hospitalar na supervisão dos seus plantonistas.
Investigação em Curso
O caso segue sob segredo de justiça em partes da investigação, mas a polícia trabalha para entender a motivação do crime e se houve negligência administrativa por parte do hospital. O contraste entre a “Amanda das redes sociais” e a “Amanda do hospital” gerou uma onda de indignação e cobranças por justiça em todo o estado.









