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Brasília (DF) – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, determinou nessa sexta-feira (3) abertura de inquérito sigiloso para investigar a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) por perseguição armada.

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A decisão tem como objetivo apurar a conduta da parlamentar pelo uso de arma e fogo nas vésperas do segundo turno das eleições presidenciais. O caso ocorreu em outubro de 2022, um dia antes do segundo turno das eleições. Na ocasião Zambelli sacou uma arma e perseguiu um homem nos Jardins, bairro de São Paulo.

Caso a denúncia seja aceita, Zambelli será ré e terá que responder a uma ação penal. Pode ser investigada pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo (Lei nº 10.826 de 2003) e constrangimento ilegal mediante emprego de arma (Código Penal – Lei nº 2.848 de 1940).

PGR

Na última semana a Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou denúncia contra a deputada ao STF por porte ilegal de arma de fogo. O documento originou o inquérito aberto por Gilmar Mendes. Caso a denúncia seja aceita, Zambelli passará a condição de ré e irá responder ação penal. A parlamentar pode ser investigada pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal mediante emprego de arma.

A PGR já havia requisitado ao Supremo a suspensão do porte de Zambelli em 20 de dezembro de 2022. Gilmar Mendes atendeu ao pedido no mesmo dia.

Além disso, em 3 de janeiro, a PF (Polícia Federal) realizou busca e apreensão em 2 endereços residenciais da deputada, um em Brasília (DF) e outro em São Paulo (SP). Na operação, foram apreendidas 3 pistolas, segundo a assessoria da deputada. A decisão anterior de Gilmar Mendes estabelecia o prazo de 48 horas para a entrega voluntária de armas e munições em posse da deputada

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