BRASÍLIA (DF) — O Congresso Nacional deu o pontapé inicial aos trabalhos de 2026 com um tom de firmeza e conciliação. Na tarde desta segunda-feira (2), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, abriu o ano legislativo alertando que a vitalidade da democracia brasileira será testada nas urnas eletrônicas em outubro. Em meio às tensões institucionais, Alcolumbre fez um apelo contundente pelo bom senso, mas avisou: o pedido de paz não deve ser confundido com omissão diante da defesa do Estado de direito.
RESUMO DO REMADOR +
- BRASÍLIA (DF) — O Congresso Nacional deu o pontapé inicial aos trabalhos de 2026 com um tom de firmeza e conciliação.
- Na tarde desta segunda-feira (2), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, abriu o ano legislativo alertando que a vitalidade da democracia brasileira será testada nas urnas eletrônicas em outubro.
- Em meio às tensões institucionais, Alcolumbre fez um apelo contundente pelo bom senso, mas avisou: o pedido de paz não deve ser confundido com omissão diante da defesa do Estado de direito.
O que ninguém esperava era o destaque dado às vitórias econômicas do último ano como escudo para o Legislativo. Alcolumbre relembrou a regulamentação da Reforma Tributária e a histórica isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, medida que beneficiou milhões de trabalhadores. “O Congresso fez uma escolha clara: proteger quem vive do salário”, pontuou o senador, reforçando que a justiça social no Brasil agora passa, obrigatoriamente, por um sistema tributário mais justo.
“Nossa luta é pelo Estado de direito e pela autoridade deste Congresso Nacional. Desses valores e dessas batalhas, jamais abriremos mão. A discordância não pode se transformar em ódio”, ressaltouDavi Alcolumbre.
A solenidade, que contou com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta, e do presidente do STF, Edson Fachin, ganha um peso histórico em 2026. O Parlamento completa 200 anos de atividade efetiva desde sua fundação em 1826, ainda no Império. Para Alcolumbre, essa trajetória impõe ao Congresso o papel de mediador de conflitos, e não de amplificador de crises, mantendo a independência total em relação ao Executivo e ao Judiciário nas decisões que moldarão o futuro do país neste ano eleitoral.
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