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O empresário Fabrício da Silva Nunes, de 30 anos se entregou à Polícia Civil do Amazonas na manhã desta quinta-feira (27), após passar dois dias foragido. Ele é suspeito de tentar assassinar Fabrício Valle, de 38 anos, dono da rede de pizzarias Faraó, em um atentado a tiros ocorrido na Zona Oeste de Manaus.

O ataque a tiros

O crime aconteceu na madrugada da última sexta-feira (21), quando Nunes disparou diversas vezes contra o carro de Valle. O atentado ocorreu no momento em que a vítima levava Kellen Clyssya, ex-companheira do suspeito, até a residência dela, localizada em um condomínio no bairro Flores. Câmeras de segurança registraram a ação violenta, e as imagens rapidamente viralizaram nas redes sociais, causando revolta entre os internautas.

Fuga e captura

Com base nas provas coletadas, a Justiça decretou a prisão preventiva de Fabrício Nunes. Durante dois dias, ele permaneceu foragido até decidir se entregar no Departamento de Polícia Metropolitana (DPM). A defesa do acusado ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.

Vítima sai ilesa

Apesar do ataque, Fabrício Valle não foi atingido pelos disparos. A perícia encontrou 11 cápsulas de munição no local do crime, sendo que oito acertaram a lataria do veículo. Um dos projéteis perfurou os vidros traseiro e dianteiro do carro, demonstrando o alto risco da tentativa de homicídio.

Motivação e investigações

De acordo com a Polícia Civil, a motivação do crime pode estar ligada a ciúmes, já que Nunes não aceitava o novo relacionamento da ex-companheira. A delegada Patrícia Leão, que investiga o caso, informou que o suspeito já vinha perseguindo Kellen há algum tempo, comportamento que culminou no ataque.

Kellen Clyssya se pronunciou por meio de nota oficial para esclarecer os fatos e desmentir boatos de traição. “O crime cometido por meu ex-companheiro na última sexta-feira, 21 de março, ocorreu na entrada do meu condomínio, enquanto eu retornava de um jantar com Fabrício Valle. Não houve traição e qualquer informação nesse sentido será passível de responsabilização criminal”, afirmou Kellen.

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