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Home Amazonas+ Coari Coari: Justiça obriga prefeitura a pagar dívidas menores de forma mais rápida

Coari: Justiça obriga prefeitura a pagar dívidas menores de forma mais rápida

Após pressão do Ministério Público, cidade aumenta valor máximo para pagamento imediato sem precisar entrar na "fila do precatório"
Coari: Justiça obriga prefeitura a pagar dívidas menores de forma mais rápida
Foto: Divulgação
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MANAUS (AM) — Sabe aquela dívida que a prefeitura tem com o cidadão após perder um processo na Justiça? Em Coari, receber esse dinheiro ficou um pouco mais fácil. Depois de uma “puxada de orelha” do Ministério Público do Amazonas (MPAM), a prefeitura teve que mudar a lei e aumentar o valor das chamadas RPVs — que são as contas que o município precisa pagar rapidinho.

RESUMO DO REMADOR
  • MANAUS (AM) — Sabe aquela dívida que a prefeitura tem com o cidadão após perder um processo na Justiça?
  • Em Coari, receber esse dinheiro ficou um pouco mais fácil.
  • Depois de uma "puxada de orelha" do Ministério Público do Amazonas (MPAM), a prefeitura teve que mudar a lei e aumentar o valor das chamadas RPVs — que são as contas que o município precisa pagar rapidinho.

Antes, a prefeitura só queria pagar logo as dívidas de até um salário mínimo. Se o valor fosse maior que isso, o cidadão caía na famosa e demorada fila dos precatórios, que pode levar anos para andar. O Ministério Público achou isso injusto e ilegal, já que a Constituição Federal diz que esse limite não pode ser tão baixo.

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Com a nova regra, o teto subiu para seis salários mínimos. Ou seja: agora, quem tem até R$ 9 mil para receber da prefeitura (valor aproximado em 2026), consegue o dinheiro em cerca de dois meses, sem precisar esperar o resto da vida na fila.

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“O Ministério Público agiu para garantir que a prefeitura respeitasse a lei nacional. Antes, o limite era muito baixo, mas agora conseguimos ajustar para seis salários”, explicou o promotor Bruno Escórcio.

Entenda o Caso

A prefeitura tinha criado uma lei que “travava” os pagamentos. Ao colocar o limite em apenas um salário mínimo, quase todo mundo que ganhava um processo contra a cidade era jogado para os precatórios. O MPAM entrou no circuito para dizer que isso estava errado e que a lei municipal precisava seguir o que manda a regra federal, garantindo que o dinheiro chegue mais rápido no bolso de quem tem direito.

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Weliton Nunez | jornalista | MTB 1697/AM

Weliton Nunez é jornalista profissional (MTB 1697/AM) com ampla experiência na cobertura política, econômica e cotidiana do Amazonas. Fundador do Portal Remador, dedica-se a levar informação precisa sobre Manaus e os municípios do interior, com foco em transparência e interesse público. Especialista em análise política regional e cobertura das Eleições 2026.

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