A genialidade técnica e a força criativa dos artistas de Parintins foram o centro das atenções no quadro “Encontro no Carnaval”, exibido pela TV Globo no programa Encontro com Patrícia Poeta. A reportagem, conduzida pelo comentarista Milton Cunha, revelou um dado impressionante: cerca de 80% da mão de obra artística que constrói os carros alegóricos no eixo Rio-São Paulo tem origem no Festival de Parintins, com destaque para os talentos do Boi Caprichoso.
RESUMO DO REMADOR +
- A genialidade técnica e a força criativa dos artistas de Parintins foram o centro das atenções no quadro “Encontro no Carnaval”, exibido pela TV Globo no programa Encontro com Patrícia Poeta.
- A 'Mão de Obra de Ouro' do Boi Caprichoso Rossy Amoedo, presidente do Boi Caprichoso e figura central na conexão entre o boi-bumbá e as escolas de samba, explicou que a versatilidade do artista parintinense é o que o torna indispensável.
- “Nossa mão de obra chega com soluções rápidas para robótica, técnicas de elevação, dobras e mergulhos.
Revolução da Robótica no Samba
Durante o programa, Milton Cunha fez um resgate histórico da evolução dos desfiles, pontuando a transição das alegorias empurradas à mão para as gigantescas estruturas motorizadas que hoje dominam a Marquês de Sapucaí e o Anhembi.
O ponto alto da reportagem foi a afirmação de que a robótica carnavalesca — técnica responsável por movimentos complexos, elevações e dobras nas alegorias — não nasceu nos grandes centros urbanos, mas sim no coração da Amazônia, dentro do Festival de Parintins.
A ‘Mão de Obra de Ouro’ do Boi Caprichoso
Rossy Amoedo, presidente do Boi Caprichoso e figura central na conexão entre o boi-bumbá e as escolas de samba, explicou que a versatilidade do artista parintinense é o que o torna indispensável.
“Nossa mão de obra chega com soluções rápidas para robótica, técnicas de elevação, dobras e mergulhos. Esse somatório fez com que nossos artistas se tornassem uma mão de obra necessária para o Carnaval do Rio e de São Paulo”, destacou Rossy Amoedo.
Com essa vitrine nacional, Parintins reafirma sua posição como o maior berço de cenografia e engenharia artística do Brasil, exportando tecnologia e cultura para os maiores palcos do mundo.
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